Time pequeno, perto do problema
Preferimos três pessoas que entendem o contexto a dez que recebem tarefas. Quem escreve o código também conversa com quem vai usá-lo.
Nascemos em 2017 de um grupo de estudo que se reunia às terças à noite num coworking em Pinheiros. O grupo não acabou — virou estúdio. Hoje somos as duas coisas ao mesmo tempo.
Cinco pessoas, um projetor emprestado e a vontade de entender por que tantos projetos de tecnologia naufragavam. A resposta que encontramos era quase sempre a mesma: times grandes demais resolvendo problemas pequenos demais, sem ninguém perto de quem ia usar o resultado.
Decidimos fazer o oposto. Time enxuto, contato direto com o usuário, entrega frequente. Deu certo o bastante para virar o nosso jeito de trabalhar — e a comunidade continuou aberta para quem quisesse aprender da mesma forma.

Preferimos três pessoas que entendem o contexto a dez que recebem tarefas. Quem escreve o código também conversa com quem vai usá-lo.
Mostramos algo funcionando a cada duas semanas. É mais honesto do que um cronograma bonito que ninguém cumpre.
Documentação, testes e padrões existem para que outra equipe assuma o produto sem traumas. O trabalho não termina quando a fatura é paga.
O que aprendemos num projeto vira oficina, conversa ou texto aberto na comunidade. Aprender em silêncio não serve para muita coisa.
A gente não entrega tecnologia. Entrega tempo de volta para quem contrata.
Cada pessoa do núcleo conduz uma frente e também aparece na comunidade. Sem hierarquia decorativa — quem decide é quem está com a mão no trabalho.
Cuida da arquitetura dos produtos e da relação com os times de engenharia dos clientes. Programa desde os doze anos e ainda não cansou.
Lidera a pesquisa com usuários e o sistema de design. Defende que toda decisão de interface precisa caber numa frase clara.
Responsável pela frente de dados e pela agenda da comunidade. É quem cuida para que os encontros aconteçam, mês após mês.
A primeira conversa é de diagnóstico e não custa nada. No fim dela você sai sabendo se somos o time certo — ou quem seria.